
Reunir a família, festejar o Natal e a chegada de mais um ano é um ritual que o brasileiro não dispensa. Em 2025, o primeiro item deve ser melhor aproveitado. É que as eleições gerais vem aí e, os ânimos, se vão por lá.
As diferentes visões políticas da sociedade viraram arsenal de guerra. Mãe, petista. Pai, bolsonarista. Filho, passista. Tio, lulista. Sobrinho, direitista. Avó, sambista. Família ideal para um pleito repleto de "pás".
Os críticos afirmam que auge da polarização foi atingido. E temos que ter cuidado para não sermos atingidos também.
Velhas engrenagens políticas movem os hodiernos, modernos, tecnologicos e ultrarápidos tempos atuais. O jeito brasileiro de fazer política e politicagem, juntos, permanece inalterado.
Enquanto não chega o tempo das vacas, aproveitemos.
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