
A fumaça branca, que saía da chaminé da Capela Sistina, no Vaticano, no dia 13 de março de 2013, além de marcar o início do pontificado do primeiro papa latino-americano, proporcionou histórica situação. Às 15h40min, no horário de Brasília, o mundo podia ver o jesuíta argentino, Jorge Mário Bergoglio, transformar-se, sob o título de Francisco, no ducentésimo sexagésimo sexto papa da Igreja Católica Apostólica Romana. Enquanto isso, Joseph Aloisius Ratzinger (1927-2022), o então papa emérito Bento XVI, acompanhava atentamente, através da televisão, cada passo do ritual. Em 28 de fevereiro daquele ano, Bento XIV tornou-se o quarto sumo pontífice a renunciar suas funções, fazendo com que dois papas vivos coexistissem.
Simpático, sobremaneira, às vistas dos mais jovens e criticado por alas conservadoras da Igreja, Bergoglio completa, nesta segunda-feira (13), dez anos à frente da multidão de mais de um bilhão de católicos. Neste período, ele abordou temas sensíveis, como homossexualidade e aborto. Também fez ferrenhas críticas aos ataques russos à Ucrânia e à distribuição de armas. Pouco mais de um ano depois de ser eleito, Francisco fez história ao participar do estabelecimento das relações diplomáticas entre EUA e Cuba, em 17 dezembro de 2014, e, já em 2023, por ter celebrado o funeral de seu predecessor, Bento XVI, em cinco de janeiro
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Foto: Vatican news.
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